Quando se tem a experiência de viver com fibromialgia, o ideal é viver um dia de cada vez, sem esperar muito do amanhã.
Viva o hoje! Seria um desperdício perder 24 horas de possibilidades de “procurar
manter-se bem”. Vais perguntar, como? Eu respondo: Dependerá de como lidas
com as escolhas.
Tenho aprendido muito nesses três
anos. A duras penas! Foram vários tipos de tratamentos: Lemeterapia, fisioterapia, hidroterapia, argila, massagem relaxante e acupuntura, medicamentoso (alopatia
e fitoterapia) e atividades físicas realizadas: natação, musculação, pilates, alongamento
e caminhadas. Cheguei à conclusão, que sou a única pessoa que posso
fazer por mim, mais ninguém. Depende de como percebo a realidade a minha volta.
A proposta é sair da rotina, fazer de cada dia, diferente do outro. Necessariamente,
não precisamos de dinheiro. Apenas, criatividade.
Podes escolher entregar-se ao malogro ou “reagir”
saindo da rotina. Evite-a. Ao invés de trancar-se em uma redoma de dores,
reaja, levante-se, abra as janelas, respire profundamente a VIDA. Diga a si
mesmo, várias vezes: Vou me superar! Parece mais uma receitinha dessas que
encontramos no Google. Vai além, quando consegue superar-se, e descobrir o
quanto podes fazer. Dependerá muito da boa-vontade. Desafie-se!
Mantenha acesa a chama da FÉ, independente
da crença religiosa. Apenas acredite, mantendo-se firme na caminhada de
infindáveis buscas e descobertas. Reflitas no que andas pensando. Somos aquilo
que pensamos, exatamente, o espelho da alma. Poderás ser um vencedor ou
perdedor. Aposto no vencedor, ele deseja mais do que tudo “viver” da melhor
maneira. Ele se ama, e não irá medir esforços para isso.
Cuide para manter-se regrado em uma
vida saudável: alimentação e atividade física. Mexa o esqueleto! Faça uma
atividade que goste. Se nada o agrada, faça o mínimo, caminhe. Isso o deixará
relaxado! Aplique calor com almofada térmica de ervas ou bolsa de água quente.
Ajuda aliviar a dor.
Nada de isolar-se, o afastamento do
convívio social o deixará deprimido. Procure ter momentos prazerosos e alegres
junto a família e aos amigos. Esqueça, mesmo que impossível, a dor. Ela é
uma mala! Queira ou não, vai lhe acompanhar.
A rotina? Quem pode fazer senão eu
mesma? Posso escolher o que agrada. E faço isso todos os dias. Um dia de cada
vez, aos pouquinhos, acostumar-se a driblar a rotina, criando uma agenda diária
de atividades novas.
Nas pequenas conquistas, impulsionamos as maiores.

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